Preservação da biodiversidade pode contribuir para evitar proliferação de vírus e novas epidemias

Foto: web

A comemoração do Dia Mundial da Biodiversidade, no próximo dia 22 de maio, em meio à atual pandemia serve para alertar sobre a importância da preservação da natureza como forma de contribuir para o equilíbrio dos ecossistemas e de evitar o risco de situações de proliferação de vírus e ocorrências de epidemias, como o novo coronavírus.

Embora poucos tenham conhecimento deste risco, as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade, e o consequente desequilíbrio ecológico, são fatores que possibilitam o surgimento de novas pandemias, como foi com a Ebola, por exemplo. Isto pode estar relacionado aos animais que, por conta de seu habitat natural ser prejudicado, acabam migrando para centros urbanos. Interações entre esses animais e os humanos podem desencadear a expansão dessas doenças – e até mesmo o surgimento de novas enfermidades.

“Quando o Homem devasta a natureza, ele acaba colocando à prova a própria existência, pois a perda do hábitat – provocada por desmatamentos e destruição de florestas, poluição de rios, queimadas e outras ações humanas – levam os animais a invadir os centros urbanos, que avançam sobre onde antes viviam em paz. Isso faz com que doenças novas cheguem a ambientes urbanos, como é o caso da febre amarela, que antigamente se restringia às áreas rurais e florestais, mas que hoje já ocorre até mesmo em São Paulo”, argumenta Douglas Trent, ecólogo americano há 40 anos no Brasil e Diretor de Pesquisas do Projeto Bichos do Pantanal.

Realizado pelo Instituto Sustentar e patrocinado pela Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental, o Bichos do Pantanal é um projeto que abrange desde a Educação Ambiental, priorizando a conexão com a natureza, desenvolvimento do Turismo sustentável local – principalmente o Turismo de Observação da Vida Silvestre, e a pesquisa científica, que busca entender as interações ecológicas da biodiversidade do Pantanal, o bioma mais preservado em nosso país.

O Brasil é o país com a maior biodiversidade do planeta. Esse fato representa um valor inestimável para o mundo inteiro, uma vez que a diversidade da natureza é a chave para a sobrevivência humana. Proteger toda essa riqueza natural não é algo simples e exige cada vez mais atenção de todas as pessoas e requer muita pesquisa científica.

Projeto aposta na educação ambiental e conexão com a natureza

Na tentativa de conscientizar as pessoas sobre a necessidade da conservação ambiental, o projeto Bichos do Pantanal criou várias ações que estão em curso nessa semana da biodiversidade. Dentre elas, o curso virtual sobre a conexão com a natureza como ferramenta pedagógica, voltado para profissionais da educação, professores, nos dias 20 e 25 deste mês. “O objetivo é capacitar educadores para que eles levem ao conhecimento de jovens e crianças a importância da preservação do meio ambiente, desperte neles a paixão e o respeito pela natureza como o caminho a seguir na conservação da nossa Biodiversidade, pois acreditamos que quem conhece ama e cuida”, comenta Jussara Utsch, Diretora Executiva do Instituto Sustentar.

Para mais informações sobre as atividades, basta seguir as redes sociais do Projeto Bichos do Pantanal:

Facebook: Projeto Bichos do Pantanal / Instituto Sustentar

http://www.facebook.com/bichosdopantanal/

Instagram: Bichos do Pantanal www.instagram.com/bichosdopantanal/

Youtube: Bichos do Pantanal – http://www.youtube.com/user/bichosdopantanal

 Twitter: Bichos do Pantanal //twitter.com/BichosPantanal

Projeto Bichos do Pantanal

Com patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, o Projeto Bichos do Pantanal atua na região do Alto Pantanal (Cáceres e Porto Estrela – MT) desde 2013. O foco é nas áreas de Educação Ambiental, pesquisas que ampliam o conhecimento científico visando a preservação de espécies da fauna pantaneira e a promoção da sustentabilidade local por meio do Turismo Sustentável.

O Projeto já mobilizou, em diversas atividades (entre cursos, eventos, capacitações, atividades de mobilização social e Educação Ambiental), mais de 550 mil pessoas entre crianças, jovens e adultos, comunidade escolar, moradores, visitantes e turistas nos municípios de Cáceres e Porto Estrela e Estado do Mato Grosso.

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