5 formas de contribuir para a conservação marinha

Foto: Web

Em tempos de isolamento social, poucos são aqueles que têm a oportunidade de estar próximos ao mar, à areia e aos animais. Mas isso não significa que os esforços para a conservação marinha podem parar. O que comemos, vestimos e fazemos, mesmo dentro de casa, causa impacto nos oceanos, recifes e mangues ao nosso redor. Por isso, o Projeto Albatroz, patrocinado pela Petrobras, preparou algumas dicas para que todos possam contribuir para a conservação direto do sofá, sem sair de casa.

Antes de começar, é preciso se conectar com o meio ambiente marinho e ter curiosidade em saber mais sobre suas dinâmicas, ameaças e os animais que nele vivem. Quando se fala sobre oceano, não são apenas peixes. São também mamíferos, répteis, recifes coralíneos, algas e também aves, como os albatrozes e os petréis, que passam a maior parte da vida sobrevoando as águas e se alimentando nelas.

A coordenadora de educação ambiental do Projeto Albatroz, Cynthia Ranieri, afirma que se conectar com o meio ambiente marinho significa sensibilizar-se sobre ele e reconhecê-lo como parte do mundo em que vivemos. “A partir do momento que entendemos a importância dos oceanos para a biodiversidade e manutenção da vida na terra, tomamos consciência do nosso papel de protegê-los”.

Década dos oceanos

Em junho, no último dia 8, celebramos a diversidade dos oceanos, tema da década de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

O intuito da ONU é promover a cultura oceânica e fortalecer os compromissos necessários para a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 14 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável – conservação e uso sustentável dos oceanos.

Veja abaixo as principais formas de contribuir para a conservação marinha direto de casa:

1 – Mantenha-se informado sobre o meio ambiente: a informação é a principal aliada da conservação dos oceanos. Procure sites especializados em meio ambiente, jornais, revistas, podcasts e portais de organizações nacionais e internacionais sobre o assunto, como a Organização das Nações Unidas – esta última, por exemplo, conta com um portal exclusivo para o assunto. Veja aqui.

2 – Repense seu estilo de vida e relação com o consumo: muito do trabalho de conservação tem a ver com a avaliação do nosso estilo de vida e da cultura de consumo em que estamos inseridos. Afinal, o consumo desenfreado de itens de uso único, principalmente os de plástico, é uma das principais ameaças à vida marinha. Separe o lixo reciclável, reaproveite embalagens, substitua utensílios plásticos, compre de pequenos produtores e dê preferência à alimentos da estação. Converse com sua família e amigos – todos podem contribuir de alguma forma.

3 – Assista documentários, filmes e leia livros sobre sustentabilidade: sem a possibilidade de ir à praia, praticar esportes em grupo ou ir ao teatro, os serviços de streaming têm ganhado cada vez mais espaço na rotina de isolamento. Há um cardápio repleto de opções de documentários sobre os oceanos e a biodiversidade, que analisam o impacto da atividade humana no meio ambiente, curiosidades sobre os animais e muito mais. Um bom exemplo é a minissérie ‘Nosso Planeta’, disponível no Netflix. No YouTube, você também pode conferir um documentário especial sobre o trabalho do Projeto Albatroz. Livros então, existem publicações à perder de vista. Encontre o mais interessante em nossa biblioteca e divirta-se.

4 – Tem crianças em casa? Use a educação ambiental como aliada: nesta fase da vida, é comum que as crianças se encantem com o reino animal. É possível aproveitar momentos como este para sensibilizá-las sobre os animais e sua relação com o meio ambiente. No biblioteca do site do Projeto Albatroz, há uma série de atividades educativas pensadas para este período em família, desenhos para colorir e muito mais. Além disso, o desenho animado da Albatrupe conta com dez episódios no YouTube. O Projeto Toninhas também tem uma animação especial para as crianças: As Aventuras da Toninha Babi.

5 – Acompanhe a série de vídeos ‘Albatroz Responde’: em comemoração aos 30 anos de trabalho do Projeto Albatroz, uma série de vídeos abordará as características das aves, como vivem, do que se alimentam e muito mais. O primeiro vídeo já está disponível no IGTV.

Projeto Albatroz

Reduzir a captura incidental de albatrozes e petréis é a principal missão do Projeto Albatroz, que tem o patrocínio da Petrobras. O Projeto é coordenado pelo Instituto Albatroz – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que trabalha em parceria com o Poder Público, empresas pesqueiras e pescadores.

A principal linha de ação do Projeto, nascido no ano de 1990, em Santos (SP), é o desenvolvimento de pesquisas para subsidiar Políticas Públicas e a promoção de ações de Educação Ambiental junto aos pescadores, jovens e às escolas. O resultado deste esforço tem se traduzido na formulação de medidas que protegem as aves, na sensibilização da sociedade quanto à importância da existência dos albatrozes e petréis para o equilíbrio do meio ambiente marinho e no apoio dos pescadores ao uso de medidas para reduzir a captura dessas aves no Brasil.

Atualmente, o Projeto mantém bases nas cidades de Santos (SP), Itajaí e Florianópolis (SC), Itaipava (ES), Rio Grande (RS) e Cabo Frio (RJ).

Fonte: Assessoria de Imprensa Projeto Albatroz  via portal : Terra

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