Sete dicas para preparar seu cachorro para a chegada do bebê

A chegada de um novo integrante na família pode ser uma experiência maravilhosa, principalmente quando o novo integrante é um bebê. Mas, durante o período de adaptação, é necessário ter paciência com seu cachorro, afinal, essa é uma amizade que vem com muito cuidado, respeito e dedicação.

PREPARAÇÃO DO CACHORRO

Bebês e cachorros ficam muito fofos juntos, impossível negar. Mas, na vida real, essa convivência pode ser difícil quando os adultos não impõem limites. É importante reforçar comportamentos positivos dos cães quando se mostram sociáveis e ensinar a criança que o animal não é um brinquedo, e que ele precisa ter sua liberdade respeitada.

Famílias que já tutelam animais e querem ter um filho podem facilitar a adaptação do cachorro simulando situações que irão acontecer quando o bebê nascer. Pode-se caminhar segurando uma boneca como se fosse o recém-nascido, trocar a fralda, espalhar um pouco de talco no quarto que será do novo integrante. Também é possível colocar sons de crianças chorando, para que o cão se adapte.

PRIMEIRO CONTATO DO BEBÊ COM O CACHORRO

É importante salientar que cães não veem crianças como filhotes humanos, já que elas emitem sons distintos, possuem um cheiro diferente e se locomovem de outro modo. Por isso, os tutores precisam dar espaço para que o cachorro se acostume com o bebê, ainda mais se o animal não estiver familiarizado com outros pequenos.

Quando a criança e o cão forem fazer contato é imprescindível que os pais supervisionem e estejam atentos. Ao posicionar o animal, deve-se lembrar de deixá-lo em um local que possa sair da situação de interação para não causar um trauma, tanto no animal, quanto na criança. Por exemplo, é possível deixar o pequeno no canto da parede e o cão no meio da sala. Assim, ele pode escolher se quer ou não se aproximar.

Nesse sentido, é preciso sempre deixar o animal livre para tomar a atitude de interagir com o bebê. Quando houver uma reação positiva e amigável, lembre-se de parabenizá-lo com carinhos e petiscos. Esse início também é difícil para o peludo.

Os pais precisam redobrar a atenção quando a criança já estiver engatinhando para que ela não tenha reações que desencadeiem comportamentos agressivos por parte do cachorro. Outra recomendação é evitar que o filho, quando maior, segure muito o animal no colo. Algumas crianças impossibilitam o movimento do cachorro e podem derrubá-lo quando estiverem caminhando e segurando-o. A dica é brincar no chão e dar liberdade ao peludo.

CACHORROS E CRIANÇAS MAIORES

Crianças podem começar a ter responsabilidades com os animais. A idade para começar a deixar o filho ajudar nas atividades com o cão é em torno dos sete anos. Mas isso não é uma regra. Os pais precisam ter sensibilidade para observar se a criança já demonstra interesse em participar dos cuidados, assim como para perceber o comportamento do cachorro. Quando o filho estiver fazendo algo pelo animal, como escovando seu pelo ou trocando sua água, os adultos devem incentivá-lo. Essas atitudes aproximam e reforçam a amizade entre criança e cão.

OUTROS ANIMAIS

Normalmente pais pensam primeiro em ter um cão, depois um gatinho e, então, outros animais como roedores. Essa ordem pode ser invertida, pois animais menores dão menos trabalho e podem ser boas opções para cuidar de um animal que precisa de um lar e ainda ensinar responsabilidade para as crianças.

Fonte: Gazeta do Povo

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