Galgos são cruelmente mortos em experimentos de universidade

Detalhes de como pesquisadores de uma universidade sufocaram cães galgos, tiraram seus corações e os colocaram de volta para matá-los novamente têm chocado ativistas de direitos animais.

Cientistas da Universidade de Monash em Victoria, Australia, publicaram um trabalho sobre doação de órgãos e como eles poderiam ser preservados, ressuscitados e usados mesmo após a morte do doador.

A chefe executiva do Humane Research Australia (HRA), Helen Marston, criticou o uso de galgos no estudo e afirmou ser “desnecessariamente cruel”, reportou o Sydney Morning Herald.

“As pessoas acham que esse tipo de coisa acontece em locais distantes, mas, na verdade, elas ocorrem bem aqui, agora, embaixo dos nossos narizes, ” afirmou Marston. “Muitos desses experimentos são pagos com o nosso dinheiro de impostos, ” acrescentou ela.

Os cientistas utilizaram 12 cães. Eles estavam sob anestesia geral até que parassem de respirar e alcançassem morte circulatória.

Após isso, seus corações eram removidos e preservados do lado de fora durante horas. Os corações eram inseridos novamente e os cães eram revividos, monitorados e, depois, mortos novamente.

O HRA divulgou em seu site uma nota afirmando que é contra o uso de animais em pesquisas, por motivos científicos e éticos.

“O uso de galgos é de preocupação ainda maior, pois eles já são descartados por uma indústria tão cruel quanto a indústria de corridas. Cães não são simples ferramentas para pesquisadores. Esses experimentos são antiéticos, incertos e desnecessários, ” dizia a nota.

Nota da Redação:  É lamentável que os animais ainda sejam vistos como meros objetos de pesquisa e recebam esse tratamento cruel. São ações de completo descaso, como as da universidade, que mostram o quanto o ser humano ainda precisa evoluir moralmente. Já existem métodos substitutivos aos testes em animais que são inclusive mais eficazes e que respeitam a ética e o direito de todos.

Fonte: Anda

, ,