Ativistas flagram massacre de 250 baleias em arquipélago da Dinamarca

Um grupo de ativistas da organização Sea Shepherd Global captou em vídeo e fotos o massacre de 250 baleias nas ilhas Faroe, na Dinamarca. Os mamíferos foram trazidos por barcos e depois receberam golpes dos moradores na praia, o que tingiu o mar de vermelho.

Conhecida como “grindadráp”, a execução das baleias-piloto aconteceu na quinta-feira, mas as imagens só foram divulgadas nessa sexta-feira (24/07) pela página do Facebook do grupo. A matança aconteceu em duas praias — Bøur e Tórshavn – e os moradores das vilas usaram arpões e facas para matar os animais.

As cenas, captadas pela organização não-governamental que luta pela preservação da vida marinha, renderam aos ativistas a prisão. Cinco integrantes do Sea Shepherd Global foram presos ao tentar interromper a matança – que acontece anualmente no arquipélago.

Wyanda Lublink, capitão do navio Brigitte Bardot, que pertence à ONG, criticou a presença de navios da marinha dinamarquesa próximo ao evento. “Como a Dinamarca, que é uma nação contrária à pesca da baleia na União Europeia, sujeita a leis de proibição da matança de cetáceos, pode justificar sua colaboração em um massacre desse tipo é incompreensível”, disse.

As baleias-piloto não correm risco de extinção, mas ainda assim, o nível de brutalidade chocou as pessoas nas mídias sociais.

Embora a pesca da baleia seja proibida na Dinamarca, ela é permitida nas ilhas Faroe. O ritual é realizado há centenas de anos. Os pescadores do arquipélago se alimentam de carne de baleia e usam sua banha para vários produtos.

Fonte: Época Negócios

Nota da redação Planetvet

Sabe-se que este massacre ocorre porque os imbecis desta região acreditam que os jovens, para se tornarem homens de verdade, precisam matar uma baleia piloto para provarem que tem “culhões”.

Na verdade, provam que tem cérebro de ervilha “pedimos perdão à todas as ervilhas” e estimulam jovens à ter uma visão errada do mundo em que vivemos. Esta atitude bárbara, estúpida e grosseira induzem estes jovens a serem mais agressivos, ríspidos, ter menos compaixão e respeito pelo próximo, em um mundo que já não cultiva tanto estes valores.