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Canchim

Canchim é uma raça bovina de corte desenvolvida no Brasil, que reúne as características de velocidade de crescimento do Charolês e de adaptação do Zebu às condições das regiões de clima tropical. A raça bovina Canchim foi formada com o objetivo de unir às qualidades de rusticidade e adaptação aos trópicos do Zebu, aquelas de precocidade e rendimento econômico do gado europeu.

 

Origem

Sua formação teve início em 1940, pelo Médico Veterinário e Zootecnista Dr. Antônio Teixeira Vianna, na Fazenda de Criação de São Carlos, também conhecida por Fazenda Canchim, hoje Centro de Pesquisa de Pecuária do Sudeste (CPPSE), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA).

Após a obtenção dos primeiros dados sobre o gado Canchim, houve interesse por parte de alguns criadores na formação de seus próprios rebanhos. Assim sendo, seguiu-se o exemplo do idealizador da raça, e hoje existem rebanhos de formação distinta, o que contribuiu para maior diversificação da mesma.

A 11 de novembro de 1971 criava-se a Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Canchim (ABCBCAN), hoje Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN), com sede no Parque Fernando Costa, na cidade de São Paulo.

Após estudos realizados por uma Comissão designada pelo Ministério da Agricultura, conforme Portaria nº 21 de junho de 1972, foi o Canchim reconhecido como Tipo Canchim. Em 25 de setembro de 1972, sob a portaria nº 20, o Ministério da Agricultura concedeu à ABCBCAN a inscrição sob o número 25 da série Entidade Nacional, no Cadastro Geral das Associações Encarregadas do Registro Genealógico, para executar o registro genealógico dos Bovinos Tipo Canchim, em todo o Território Nacional. A 11 de novembro do mesmo ano, o então Ministro da Agricultura, Prof. Luiz Fernando Cirne Lima, dava início ao Registro Genealógico do Canchim, registrando na Fazenda de Criação de São Carlos, o primeiro exemplar do Tipo Canchim.

Pela portaria nº 130 de 18 de maio de 1983, publicada no Diário Oficial da União de 20 de maio do mesmo ano, o Ministério da Agricultura reconhece como Raça, o bovino do Tipo Canchim, que passa a denominar-se da Raça Canchim.

Formação

A raça Canchim foi obtida por meio do cruzamento entre a raça Charolesa e raças Zebuínas (Indubrasil, Guzerá e Nelore). Os programas de cruzamentos alternados, iniciados em 1940 pelo Dr. Antônio Teixeira Vianna, tiveram como objetivo obter, de um lado, mestiços 5/8 Charolês + 3/8 Zebu e, de outro, animais 3/8 Charolês + 5/8 Zebu, e avaliar qual o esquema mais indicado.

Os dados coletados durante vários anos de trabalho permitiram avaliar os vários graus de mestiçagem. Verificou-se, entre outras coisas, que os animais "bimestiços" 3/8 Charolês - 5/8 Zebu, provenientes de cruzamentos, apresentavam alta rusticidade e conformação semelhante ao Zebu; com caixa torácica reduzida, pouca precocidade e muita variação de conformação e pelagem. Por outro lado, os "bimestiços" 5/8 Charolês - 3/8 Zebu, provenientes de cruzamentos, apresentavam precocidade, ótima conformação para corte, resistência ao calor e a parasitos e uniformidade de pelagem (VIANNA et al., 1978).

O esquema de acasalamentos, portanto, pela maior produtividade e uniformidade de seus produtos, foi o escolhido para formar a raça Canchim. Os primeiros animais "bimestiços" com o "grau de sangue" 5/8 Charolês - 3/8 Zebu, nasceram em 1953.

Surgiu desta maneira um novo tipo de gado de corte para o Brasil Central, com o nome de Canchim, denominação que vem de uma árvore muito comum na região onde os trabalhos de formação do gado se desenvolveram.

Atualmente, após aprovação pelo Ministério da Agricultura, são quatro os esquemas de acasalamentos aceitos pela Associação dos Criadores para obtenção de animais Canchim.

Esquemas de acasalamentos para obtenção do Canchim

A Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN) preocupada em ampliar a base genética da raça, procurando evitar problemas futuros decorrentes de acasalamentos endogâmicos, como redução no potencial produtivo do gado, e aumentar as opções de seleção, permite a obtenção de animais da raça Canchim pela utilização de quatro esquemas de acasalamentos.

Os esquemas de acasalamentos (Alternado), o mesmo utilizado durante os trabalhos de formação da Raça, produz animais canchins, em média, com 62,5% dos genes do Charolês e 37,5% dos genes do Zebu. Dos animais oriundos das duas primeiras gerações, as fêmeas são registradas pela Associação. Os animais (machos e fêmeas) produzidos na terceira geração são registrados como 5/8 Charolês + 3/8 Zebu. Os "bimestiços" obtidos pelo acasalamento de animais 5/8 Charolês + 3/8 Zebu, são registrados como Canchim. Este método de acasalamentos tem a vantagem de aumentar a diversificação genética da raça, pela utilização constante de novos animais da raça Charolesa e zebuínos. Entretanto, tem a desvantagem de produzir Canchim em quatro gerações.

Os esquemas de acasalamentos (Absorvente) utiliza continuamente touros canchins, com o objetivo de absorver a raça zebuína (ou Charolesa). Produz animais canchins, em média, com 58,59% (ou 64,84%) dos genes do Charolês e 41,41% (ou 35,16%) dos genes do zebu. Dos animais A, T1 e V, somente as fêmeas são registradas pela Associação. Os animais da quarta geração são registrados como Canchim. Este método de acasalamentos tem a vantagem de utilizar touros canchins selecionados e de facilitar o manejo, por tratar-se de touros de uma única raça. Entretanto, também demora quatro gerações para produzir o Canchim.

Os esquemas de acasalamentos (Cruzado e Absorvente) permite a utilização de touros charoleses, canchins e zebus, dependendo de como é iniciado. Produz animais, em média, com 59,37% dos genes do Charolês e 40,63% dos genes do Zebu. Dos animais T2 e V produzidos, somente as fêmeas são registradas pela Associação. Os animais da terceira geração são registrados como Canchim. Este método de acasalamentos permite aumentar a diversificação genética da raça pela utilização de novos animais da raça Charolesa, e a utilização de touros canchins selecionados, além de chegar ao Canchim em apenas três gerações. Entretanto, apenas cerca de 12,5% dos genes do Canchim obtido é de nova linhagem de Charolês.

Os esquemas de acasalamentos (UEPAE) é semelhante ao esquema III, mas inicia-se com o uso de touros da raça Canchim, como no esquema II. Produz animais canchins com 65,62% dos genes do Charolês e 34,38% dos genes do Zebu. As fêmeas do grupo A e as fêmeas e os machos do grupo MA são registrados pela Associação. Os animais da terceira geração são registrados como Canchim. Este método também permite aumentar a diversificação genética da raça, principalmente pela utilização de novos animais da raça Charolesa, e também chega ao Canchim em três gerações. Tem a grande vantagem de que cerca de 50,0% dos genes do Canchim obtido é de nova linhagem de Charolês.

Os quatro métodos de acasalamentos produzem animais da raça Canchim com "graus de sangue" semelhantes. Mais importante que as pequenas diferenças nas percentagens obtidas por esses métodos, é a pressão de seleção exercida, devendo-se utilizar apenas animais superiores nos acasalamentos antes e após a obtenção do Canchim.

O gado Canchim apresenta excelente eficiência reprodutiva quando criado em ambiente adequado. A habilidade materna apresenta-se como sendo muito boa; as vacas produzem leite em quantidade suficiente e desmamam bezerros bem desenvolvidos. O desenvolvimento ponderal em confinamento é excelente e muito bom em regime exclusivo de pasto. Quanto à resistência a parasitos o gado Canchim tem mostrado boa resistência ao carrapato.

Eficiência reprodutiva

A fertilidade é o mais importante fator determinante da eficiência produtiva dos rebanhos. Um sistema eficiente de produção de carne bovina depende, principalmente, de que cada vaca do rebanho produza um bezerro bem desenvolvido todos os anos. Trabalhos de pesquisa mostram que a idade à primeira concepção de fêmeas da raça Canchim varia, em média, de 18,5 a 24,0 meses, a idade ao primeiro parto de 33,6 a 45,7 meses, o intervalo de partos de 13,3 a 20,3 meses e a taxa de concepção e, ou, de parição de 60,0 a 87,5%, com médias de 21,2 meses, 39,0 meses, 16,6 meses e 72,4%, respectivamente.

Esse desempenho depende do ambiente fornecido aos animais; quanto melhor as condições de manejo, melhor o desempenho.

Em comparação à raça Nelore, fêmeas da raça Canchim apresentam menores idades ao primeiro cio, primeiro parto e maturidade sexual. Machos da raça Canchim atingem a puberdade, em média, aos 15,2 meses de idade e apresentam circunferência escrotal de 29,8 cm aos 24 meses de idade e de 31,2 cm aos 30 meses de idade, quando criados em regime de pasto. Em comparação à raça Nelore, touros da raça Canchim apresentam maiores circunferência escrotal, libido e capacidade de serviço, menor tempo de reação e mesma qualidade do sêmen, aos 27 e 39 meses de idade.

Habilidade materna

O ambiente materno tem influência direta sobre o bezerro desde a concepção até a desmama. A viabilidade do embrião, a sobrevivência e o desenvolvimento do feto, a facilidade de parto, o fornecimento de colostro e a produção de leite são alguns fatores importantes no desenvolvimento do bezerro.

Os animais canchins, em média, nascem com peso em torno de 36,0 kg e desmamam aos sete meses de idade com peso acima de 170,0 kg.. Os problemas de parto são poucos (0,9%; NOVAES et al., 1989).

Em comparação à raça Nelore, bezerros canchins nascem (35 vs 27 kg) e desmamam (161 vs 144 kg) mais pesados e vacas primíparas (972 vs 655 kg de leite em 210 dias) e pluríparas (1331 vs 844 kg de leite em 231 dias) produzem mais leite.

Desenvolvimento ponderal

O desenvolvimento ponderal é fator importante em qualquer exploração pecuária de corte, visto que o objetivo é produzir carne de boa qualidade. É uma característica influenciada pelo ambiente e pela constituição genética do animal.

Em regime de confinamento, machos da raça Canchim ganham de 0,876 a 1,901 kg de peso por dia, dependendo da idade e da ração fornecida. A pasto, animais machos e fêmeas pesam, em média, 228, 291, 361 e 408 kg aos 12, 18, 24 e 30 meses de idade, respectivamente.

Em comparação à raça Nelore em regime de pasto, animais da raça Canchim pesam mais aos 30 meses de idade ( 488 vs 450 kg para machos e 430 vs 377 kg para fêmeas). Apesar do bom desenvolvimento as vacas da raça Canchim não são excessivamente pesadas à maturidade (472 kg; BARBOSA, 1988).

Resistência a parasitos

O objetivo principal na formação da raça Canchim foi a obtenção de um animal produtivo que suportasse satisfatoriamente as condições de ambiente das regiões de clima tropical. Quanto a este último aspecto, a resistência a parasitos é de especial importância. Trabalhos de pesquisa mostraram que bovinos da raça Canchim, machos e fêmeas, são menos resistentes ao carrapato do que bovinos da raça Nelore, tanto quando as avaliações foram feitas com infestação artificial como quando feitas com infestação natural. Entretanto, a resistência do Canchim ao carrapato pode ser considerada como muito boa, uma vez que apenas 2,0 % dos carrapatos infestados artificialmente foram recuperados e em doze contagens de infestação natural foram contados, em média, 9,51 carrapatos por animal.

Melhoramento da raça Canchim

O melhoramento da raça Canchim é feito por meio de seleção de animais superiores para determinadas características. A escolha das características a serem selecionadas, isto é, os critérios de seleção, vai depender do valor econômico das mesmas e das suas estimativas de parâmetros de população (herdabilidades e correlações genéticas e fenotípicas).

O criador deve escolher características importantes que respondem à seleção. A importância das características é definida quando o criador decide para que e para quem ele vai selecionar. Os parâmetros de população indicam a resposta esperada à seleção e o método de seleção a ser utilizado.

As características de eficiência reprodutiva são as mais importantes em bovinos de corte. Pequenos progressos na eficiência reprodutiva resultam em elevados benefícios. No caso das fêmeas, apesar da elevada importância dessas características, as baixas herdabilidades normalmente apresentadas por elas, aliadas à baixa intensidade de seleção aplicada ao sexo feminino e à dificuldade de mensuração de algumas das características, resultam em baixo progresso genético esperado. Entretanto, a fertilidade dos touros é um critério de seleção alternativo, para aumentar a taxa de natalidade imediata e permanentemente.

Um dos principais fatores que afetam o desempenho reprodutivo do touro é o tamanho dos testículos, sendo a circunferência escrotal a sua medida mais comum. Existem evidências, em bovinos de corte, de que a circunferência escrotal está relacionada favoravelmente com a capacidade reprodutiva do touro. Na raça Canchim, as circunferências escrotais dos touros aos 12, 18 e 24 meses de idade apresentam valores de herdabilidade que sugerem a possibilidade de obtenção de progresso pela seleção. As circunferências escrotais apresentam também correlações genéticas positivas e elevadas com os pesos dos machos a partir da desmama indicando que a seleção para circunferência escrotal deverá resultar em progresso genético nos pesos, ou vice-versa. Além disto, a circunferência escrotal aos 12 meses de idade apresenta correlação genética alta e favorável (-0,91) com a idade ao primeiro parto das fêmeas, sugerindo que aqueles touros que transmitem precocidade aos filhos também a transmitem às filhas (ALENCAR et al., 1993).

ALENCAR et al. (1992) também verificaram correlação genética negativa (-0,44) entre a circunferência escrotal aos 12 meses de idade e o aumento da circunferência dos 12 aos 18 meses, sugerindo que os genes que contribuem para uma maior circunferência escrotal aos 12 meses agem em sentido contrário ao crescimento testicular após os 12 meses. Parece que os touros, em geral, têm capacidade para transmitir um bom crescimento testicular, entretanto, alguns o fazem mais rapidamente. Estes resultados suportam a hipótese de ser a circunferência escrotal aos 12 meses de idade, uma boa medida da precocidade do animal.

Os comentários feitos acima, aliados à facilidade de mensuração da característica, elegem a circunferência escrotal como um bom critério de seleção para eficiência reprodutiva, principalmente quando tomada aos 12 meses de idade.

Apesar da baixa herdabilidade das características que medem a eficiência reprodutiva de fêmeas, o criador deverá sempre descartar do rebanho as vacas menos férteis, tanto pelos motivos econômicos quanto pelos genéticos. Se o rebanho está estabilizado, o criador pode descartar as vacas que resultam vazias de uma estação de monta e substituí-las por novilhas prenhes. Se o rebanho está crescendo, as vacas podem ser descartadas se saírem vazias de duas estações de monta seguidas. No caso de touros, além da circunferência escrotal, o criador deve procurar fazer o exame andrológico completo.

As características de habilidade materna são também muito importantes em bovinos de corte, uma vez que o desenvolvimento do bezerro depende do ambiente que lhe é fornecido pela vaca. Essas características, no Canchim, contudo, apresentam baixa herdabilidade (ex: 0,17 para produção de leite; ALENCAR, 1987b), sugerindo baixo progresso genético pela seleção. Uma maneira fácil de selecionar vacas com boa habilidade materna é pelo peso do bezerro à desmama. Aquelas vacas que desmamaram bezerros mais pesados, são melhores mães. As vacas que apresentaram valores muito baixos serão descartadas. A repetibilidade do peso à desmama no gado Canchim é de 0,21 (média de duas estimativas; PACKER, 1977 e ALENCAR, 1985).

O criador pode querer combinar habilidade materna e eficiência reprodutiva da vaca, na seleção. Uma boa maneira de fazer isto é calcular quilogramas de bezerro desmamado por ano, ou por um determinado período de tempo, dependendo da situação do rebanho.

O desempenho dos animais é um fator importante em qualquer exploração bovina para carne. Normalmente avalia-se o desenvolvimento dos animais com base no peso a determinadas idades e no ganho de peso entre essas idades. Essas características apresentam, em geral, valores médios a altos de herdabilidade, indicando que a seleção resulta em bom progresso genético.

O peso aos 12 meses de idade apresenta elevada herdabilidade, é bem correlacionado geneticamente com outros pesos, é tomado quando o animal já passou algum tempo longe do ambiente materno, mas ainda jovem, e é bem correlacionado com a circunferência escrotal, tornando-se, portanto, um bom critério de seleção.

O peso aos 18 meses de idade também apresenta boa herdabilidade, é bem correlacionado com outros pesos e o animal já passou cerca de um ano longe dos efeitos maternos. Em relação ao peso aos 12 meses apresenta a desvantagem do animal já ser mais velho. É também um bom critério de seleção.

Existem suspeitas de antagonismo genético entre características de peso e de eficiência reprodutiva em gado de corte. BARBOSA (1991) obteve as seguintes correlações genéticas entre a idade ao primeiro parto e os pesos ao nascimento, à desmama e aos 12, 18, 24 e 30 meses de idade e à maturidade, para fêmeas da raça Canchim: 0,47; 0,37; -0,64; -0,58; -0,23; -0,20 e 0,11, respectivamente. As correlações genéticas entre os pesos e a idade ao segundo parto seguiram o mesmo padrão das que envolveram a idade ao primeiro parto. Estas estimativas indicam ser os pesos aos 12 e 18 meses de idade bons critérios de seleção, uma vez que tenderão a reduzir a idade ao primeiro parto.

Pelo que foi apresentado acima, os pesos aos 12 e 18 meses de idade parecem ser os melhores critérios de seleção para aumento de peso no Canchim. A escolha de um ou de outro, vai depender de cada criador em particular. Se ele quer descartar os animais o mais cedo possível, o peso aos 12 meses pode ser o escolhido. Se o criador pode manter os animais no rebanho até mais tarde, o peso aos 18 meses pode ser o eleito. A época de nascimento dos animais pode também influenciar na escolha. Animais nascidos na seca (maio-setembro), se não receberem suplementação após a desmama, podem apresentar-se muito magros aos 12 meses, o que dificultaria a seleção se o critério de tipo for também utilizado; aqueles nascidos no verão (outubro-abril) apresentariam o problema aos 18 meses de idade.

Além das características ligadas à eficiência reprodutiva, habilidade materna e desenvolvimento ponderal, o criador deve selecionar pensando no padrão da raça, que leva em conta o tipo para carne, estrutura, musculatura, capacidade torácica, disposição e temperamento. Além disso o tamanho do umbigo pode ser reduzido facilmente pela seleção, uma vez que a variação genética existente é alta (ALENCAR et al., 1994).

Fonte: www.cppse.embrapa.br/050pesquisa/bovinos-da-raca-canchim

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